quinta-feira, 31 de julho de 2008



poisoned jolie



cat eye
so d bob's


Gostei da garotinha e resolvi fazer uma art

vector




um vetorzim
heart fly

segunda-feira, 28 de julho de 2008



trabalhiho pra design life - linhas de fogo

gostei do resultado -o contrast q o escurio do ceu deu com a pele da modelo ficou interessant

Efeito dark criad por mim, freetime


amo darkart - é interesssante acapacidade q as imagens tem de mexer com sentimentos

terça-feira, 15 de julho de 2008


Aê galera!!!!
trabalhin meu o photoshop:)
Dead HOUSE
confesso q este aí deu um trabalho..... mas o resultado final ficou xiki.

Enjoy alll
e comenten!!!

Flw

pedaço do meu livro 2

Kyoto sem entender nada e assustada com o grito se abaixou na plataforma, e colocou – novamente por extinto de defesa – as mãos sobre a cabeça. Ela não entendia ainda o motivo do grito até ver uma criatura enorme voar por cima de sua cabeça. Kyoto virou-se e viu que três criaturas perseguiam a plataforma. Elas se pareciam com tigres, mas tinham uma coloração bem escura, com dentes à mostra elas pareciam não ser muito amigáveis. Uma das criaturas começou a se aproximar, mas foi detida por um raio branco que a cortou profundamente. Kyoto virou-se e viu que VainShe era a autora do disparo. Ela empunhava uma lança de cristal - uma lança transparente, com o cabo da espessura de um cabo de vassoura, e um cristal azul na ponta – e com ela disparava raios contra os animais que se aproximavam.

—Que criaturas são estas – gritou Kyoto entre o barulho causado pelos rugidos das criaturas.

—Estas criaturas são do reino de Zephyr e provavelmente vieram te impedir de chegar lá. – respondeu VainShe enquanto disparava contra as criaturas que se aproximavam cada vez mais.

—Então é isso que eu enfrentarei... – sussurrava Kyoto, enxergando mais claramente sua fragilidade diante dos desafios que a esperavam.

—Abaixe Kyoto – gritou em tom desesperador VainShe.

Como em um susto a garota se jogou sobre o chão da plataforma e pode ver o raio que passava a poucos centímetros de sua cabeça.

—Kyoto, levante-se! – gritou VainShe – Você vai ter que lutar, eles são muitos. – A garota então olhou para trás e viu que o número de criaturas havia aumentado. O número de criaturas agora já passava de dez e parecia aumentar conforme a plataforma se movimentava, o brilho vermelho que reluzia dos olhos daquelas criaturas era aterrorizante, dando um tom mais sombrio àquela situação. – Você tem que me ajudar Kyoto, use seus poderes.

—Mas eu não consigo – exclamou a garota com um semblante apavorado em ver a situação que se encontrava a guardiã.

—Como não consegue? – indagou em bravo tom VainShe – Você é uma guerreira, e deve saber usar seus poderes.

Naquele momento uma das criaturas chegou muito perto da plataforma, perto o suficiente para lançar um ataque contra VainShe. A criatura saltou sobre ela e a feriu profundamente no braço esquerdo. Vain então, utilizou sai lança para criar uma proteção mágica – como um globo de vidro transparente – para ela e Kyoto.

—Kyoto este escudo não suportará muito tempo, você deve lutar!

A garota podia ver que a cada ataque das criaturas o globo ia se trincando, e que em poucos segundos ele se partiria completamente. Ela tinha que usar seus poderes, mas não sabia como. “Eu tenho que usar estes poderes ou então morrerei aqui mesmo” – pensava ela. Kyoto então fechou seus olhos e concentrou toda sua força nas mãos, numa tentativa de controlar os poderes. Ela se esforçava, mas nada acontecia, era como se o segredo do domínio dos poderes estivesse em seu coração e não em sua mente. Kyoto então se lembrou daquilo que sua mãe havia dito, ela era a escolhida e iria realizar aquela missão com sucesso. Esta deveria ser a mentalidade dela naquele momento, se ela possuía os poderes ela conseguiria utilizá-los. Então aos poucos chamas começaram a arder em seus braços, como na floresta, e Kyoto já possuía o controle dos poderes.

—Kyoto, eu não tenho mais forças – disse VainShe.

O escudo que as protegia então se partiu, mas Kyoto agora já possuía o domínio de parte de seus poderes. VainShe deu alguns passos para trás, colocou sua lança perto de seu rosto e se preparou para um poder supremo.

Telum,subam ex terra – gritou ela enquanto com um rápido e forte ataque batia a lança contra o chão.

Um estrondoso barulho se ouviu naquele momento. Algo estranho estava acontecendo com o chão do túnel. Ele brilhou muito fortemente e então surgiram várias lanças de cristal pontiagudo, que feriram boa parte das criaturas e atrasou as que permaneceram ilesas.

PEdaço do meu livro

Aí galera tho postando um pedacim do livro q to escrevendo, o nome dele é The Chronicles of Kyoto que conta a historia de uma adolescente japonesa que tem sua vida mudada após um estranho sonho. tha aí o cumecim.

“Acorde, acorde Kyoto, não temos mais tempo...” - “A hora chegou Kyoto, é a sua vez...”.

— Aaahhhh! – gritei eu desesperadamente como se algo terrível estivesse acontecendo. Repentinamente levantei-me num pulo e vi minha mãe entrar em meu quarto correndo como uma louca.

—O que aconteceu Kyoto, você está bem? – perguntou minha mãe, pálida com o susto que tomara.

—Mamãe, eu não sei o que aconteceu. Eu estava sonhando com algo estranho,como vozes que me chamavam,dizendo que era chegada minha hora e de repente acordei com meu próprio grito. Por favor, mamãe fica comigo, tenho medo.

Minha mãe deitou-se do meu lado, permanecendo ali comigo até eu pegar no sono. Percebi que enquanto ela me aconchegava com seus braços, ela sussurrava repetidamente a um tom quase inaudível: “Não se preocupe querida, isto foi só um pesadelo, só um pesadelo”. Mas eu sabia que aquilo não era simplesmente um sonho comum, ou um simples pesadelo infantil, havia algo misterioso naquele sonho. “Por que aquela voz ainda parecia ecoar em minha cabeça? Será que isto era apenas um sonho, ou uma premonição?”. Na tentativa de buscar respostas dentro de minha mente acabei pegando no sono.

Acordei com o barulho do relógio que avisava que era hora de ir pra escola. Eu estudo no centro de educação Yoshioka, é uma escola muito boa considerada a melhor da minha cidade. Particularmente, não gosto muito de escola, a não ser as aulas de Educação Física e Música. Todas as vezes que tenho aula de educação física tenho que chegar mais cedo na escola, pra vestir meu uniforme de atletismo e ir treinar junto com a equipe da escola.

—Kyoto, desça rápido ou vai se atrasar. – gritou minha mãe.

—Já estou indo mamãe, já levantei.

Minha mãe é muito atenciosa e preocupada comigo, principalmente depois do acidente com meu pai, ele teve que sustentar a casa sozinha. Foi muito difícil pra ela aceitar a morte do meu pai. Eles eram casados à quase 15 anos e se amavam muito. Quando ele se foi pensei que não íamos suportar, pois era ele quem nos sustentava, nos dava amor e proteção, e agora estávamos sozinhas e teríamos que aprender a levar a vida sem ele.

Mas conseguimos e estamos aqui firmes, levando a vida.

—Kyoto, eu não vou chamar outra vez! – disse minha mãe.

—Já estou descendo - disse eu.

Quando cheguei à cozinha o café já estava preparado, como todos os dias. Sentei-me a mesa em silêncio, minha mãe permanecia parada olhando para o nada, como alguém que procurava algo ainda desconhecido. Durante todo o tempo do café ela permaneceu ali, imóvel, como petrificada, com um olhar de espanto que causava medo a quem estava ao seu redor. Tomei meu café, peguei minha mochila e como de costume, fui me dirigindo à porta e gritei:

— Estou indo mãe.

Mas para meu espanto ela não me respondeu, quando a gritei...

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Minha logo



esta é a fofix da minha caveirinha!!!!!!!

Huhauhauahuah!!!!
Eu thava sem logo pra por nas minhas arts e já que era conhecido como zero.... criei esta caveirinha aí!!!

ficou legalzinha, eu gostei!!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

A Arte pela arte


Este era o tema de uma das escolas Francesas reformistas do sec 19
Decidi colocá-la em uma de minhas criações, pois achei que fazia sentido

Todos sabemos que a arte não é verdade. Ela representa a mentira que nos faz perceber a verdade; pelo menos a verdade que nos é dado entender.(Pablo Picasso)